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Fumacenses que moram em Criciúma relatam desespero durante assalto

GABRIELA RECCO / FOTO: MARCIANO BORTOLIN

O assalto cinematográfico que surpreendeu Criciúma nesta madrugada também aterrorizou moradores de Morro da Fumaça que vivem na cidade vizinha. A fumacense Maloni Sartor mora na Praça do Congresso, na região central e conta que foi surpreendida com o barulho dos primeiros tiros.

“Estávamos sentados no sofá quando ouvimos os primeiros tiros. Quando ouvimos barulhos mais fortes nos damos conta que estava acontecendo um assalto. Saímos na rua para ver o que estava havendo quando começamos a avistar que estávamos totalmente cercados por bandidos armados, fortemente armados”, conta.

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Maloni ainda relata que era possível ver reféns sendo colocados no meio da rua. “Os assaltantes estavam com roupas pretas, coletes, capacetes e joelheira”, descreveu. “Primeiro senti muito medo de haver uma bala perdida, mas foi notório em seguida que o principal não era atingir ninguém. Mas representaram muito bem que eles possuíam muito armamento, então eles souberam colocar muito medo. Nunca imaginei passar por isso. Me senti num filme de terror, chorei muito no começo”, relata.

“A raiva era de não termos ação, não tínhamos o que fazer a não ser ficar deitado no chão de casa e torcer para os minutos voarem para acabar logo”, acrescenta.

Rosemeri Pagnan, outra fumacense que mora há anos próxima da Praça do Congresso também destaca o susto durante o maior assalto que Santa Catarina já presenciou. “Foram duas horas de tiroteio. Ficamos deitados no chão. Nunca imaginei que ia ver isso. Os assaltantes estavam bem à vontade nas ruas”.

“Foi tenso! Acordar no meio da noite com tiros e não acreditar…horrível”, destaca a fumacense Carol Guollo que se mudou recentemente para Criciúma.

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