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Professoras de Morro da Fumaça lamentam morte de crianças assassinadas

As três crianças assassinadas pelo pai em Porto Rico na manhã desta quarta-feira (2) estudaram em 2013 durante alguns meses no Colégio Interação, em Morro da Fumaça. Tempo suficiente para ficarem marcadas na memória de quem conviveu com elas. “Eram crianças educadas, uns amores. Estou chocada com o que aconteceu”, comenta a coordenadora pedagógica na época do Colégio Interação, Ronisi Guimarães.

Erick Gabriel, de 9 anos, Elin, de 7, e Emanuele, de 5, moraram em Morro da Fumaça num apartamento em cima do banco HSBC com os pais Erick Ramírez, e Marilene Martins da Rocha. Antes do fim de 2013 eles se mudaram para Porto Rico após a morte do pai de Erick. “Lembro de crianças normais, queridas e muito educadas”, recorda a professora de uma delas, Edivania Zilli Bertan.

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Era uma família reservada

A auxiliar de uma das professoras à época, Morgana Marques, lembra que elas ficavam no berçário pela manhã, e a tarde cada um estudava numa sala. “Crianças felizes, não demonstravam maus tratos. Era uma família muito reservada. A mãe era mais aberta, o pai mais fechado. Quando eu vi a reportagem eu fiquei em choque. Só de lembrar do sorrisão que a Manu (Emanuele) tinha me corta o coração e saber que elas foram mortas assim tão brutalmente”, conta.

O casal estava junto há 10 anos. Ela era natural de Forquilhinha, onde ainda vive a família. Segundo uma tia das crianças, o homem havia sido denunciado pela mãe das crianças por violência contra a mulher. De acordo com a Polícia de Porto Rico, a mãe havia deixado as crianças aos cuidados da avó paterna enquanto fazia uma viagem. Ela não impedia o relacionamento do pai com os filhos.

Jornalistas João Manoel Neto e Gabriela Recco / Fotos: Facebook Colégio Interação

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